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Ao longo do curso da humanidade muita coisa mudou. E dentro do marketing não poderia ser diferente. O anúncio publicitário, por exemplo, certamente tem uma trajetória cheia de mudanças até chegar ao seu patamar ideal.

Tradicionalmente, era comum fazer anúncios de formas específicas. Com o passar do tempo, entretanto, isso foi gradualmente mudando.

Dessa forma, é necessário considerar também que não foram poucos os fatores que influenciaram tais mudanças na forma de se divulgar e vender produtos.

Pensando nisso, preparamos este texto como uma forma de discutir o processo que levou o anúncio publicitário ao formato em que hoje ele se encontra.

Portanto, confira abaixo mais sobre esse assunto e entenda melhor como funcionam os anúncios atualmente.

Quais são os tipos de anúncio publicitário

Nos dias de hoje, existem incontáveis formas de se fazer anúncios, seja de produtos mais especificamente ou seja de marcas, de maneira mais institucional.

Basicamente, os únicos limites são a criatividade de quem faz o anúncio e, eventualmente, certas amarras de personalidade da marca ou de características dos produtos.

Há os anúncios mais tradicionais, aqueles que figuram em outdoors pelas cidades ou até em outros locais, como pontos de ônibus ou placas eletrônicas de publicidade.

Outro tipo muito comum de anúncio é aquele que é mais invasivo, peças que são quase que obrigatórias de serem assistidas.

É o caso dos comerciais de televisão, que interrompem constantemente a programação aguardada pelo público, por exemplo.

Outros tipos de anúncio se dão por meio da compra de espaços em páginas de jornais e revistas.

O que todos esses tipos de anúncio publicitário têm em comum?

Obviamente que nem todas as possibilidades foram citadas. Mas dentre as observadas, qual é o maior ponto em comum entre todas elas?

Todas são consideradas por boa parte dos consumidores como um estorvo na maior parte do tempo.

Quando um anúncio interrompe um programa de TV, ou quando no meio do conteúdo de uma revista surgem páginas de publicidade, é sempre um momento desagradável, pois, de certa forma, interrompe uma atividade de lazer.

Isso significa que aquele que é, por diversas vezes, o primeiro contato de clientes com um produto, acontece dentro de um contexto que pode ser negativo.

A dificuldade na mensuração de resultados

Outro grande problema, comum a esses modelos publicitários está na dificuldade de mensuração de resultados.

Afinal, você já se perguntou como é possível saber quantas pessoas realmente avistaram um outdoor no centro da sua cidade? Por mais que muitas pessoas passem pelo anúncio, é possível que incontáveis pessoas nem mesmo percebam que havia ali uma propaganda.

Na televisão a lógica se mantém. Ainda que existam os números de audiência, é impossível saber quantos mantiveram-se à frente da tela durante os comerciais, e quantos foram ao banheiro com o aparelho ligado.

Por esses motivos, portanto, é muito difícil possuir uma noção exata de quais esforços valeram a pena e quais outros não, dentro desta lógica publicitária.

As inovações de anúncio publicitário

Todas as questões acima apontadas foram logo percebidas pelo mercado, que, embora não tenha aberto mão dessas propostas, passou a buscar outras alternativas mais sagazes.

Anúncios, dessa forma, passaram a ser “disfarçados” dentro de conteúdos. Ou seja, as pessoas não mais precisavam ser interrompidas para receberem informações sobre marcas, elas passaram a encontrar esses anúncios diluídos em seus momentos de lazer.

Isso acontece, por exemplo, quando há matérias em jornais e revistas que falam sobre uma marca ou produto.

O que significa que as matérias, que antes eram o conteúdo que recheava as revistas entre propagandas, passaram a também ser informes publicitários em alguns casos. Bem mais palatáveis, porém, ao público em geral.

Além disso, outra forma de aparecer dentro do conteúdo sem importunar consumidores ou parar programações se deu por meio de eventos esportivos.

Os anúncios em eventos esportivos

O ano era 1970. No México, uma das maiores seleções brasileiras de todos os tempos disputava um torneio que posteriormente ficaria marcado na memória de incontáveis brasileiros.

Prestes a disputar a partida de quartas de final contra a seleção do Peru, o time canarinho se postou em campo aguardando o apito inicial.

Entretanto, antes do início da peleja, Pelé, maior astro daquele time, pediu uma breve pausa, abaixou-se no gramado e passou a, calmamente, amarrar o cadarço da sua chuteira Puma, que foi focalizada ao vivo por cerca de 30 segundos.

Esse tipo de ação, premeditada pela empresa alemã, é o que hoje chamamos de marketing de emboscada.

Ela não deixa de ser, assim, uma maneira não tradicional de marcar presença dentro do conteúdo apresentado sem parecer uma interrupção brusca.

O patrocínio direto de atletas importantes tornou-se, dessa maneira, um jeito menos invasivo de gerar visibilidade.

O anúncio publicitário dentro da internet

Mais recentemente, com o surgimento da internet, as formas mais comuns de anúncios sofreram algumas adaptações mas ainda seguiram em uso por empresas.

Posts patrocinados, links patrocinados e banners em sites, por exemplo, passaram a ser extremamente comuns.

Esse tipo de anúncio virtual, entretanto, possui uma grande vantagem. Sua mensuração de resultados é muito mais precisa.

Ao anunciar na internet é possível saber quantos usuários clicaram no seu anúncio, quantos foram impactados, quantos o ignoraram…

E é claro que ainda não existe um método completamente garantido de mensuração. Mas, a vantagem da internet para as mídias offline nesse sentido é literalmente incomparável.

Os anúncios que cada vez menos parecem anúncios

Por fim, o movimento publicitário que pode ser considerado mais recente, é o de anúncios que se tornaram conteúdos, completando, de certa forma, uma espécie de transição.

Primeiro os anúncios interrompiam conteúdos, depois passaram a fazer parte de conteúdos e, por último, se tornaram conteúdo.

Com a popularização das redes sociais e plataformas como o Youtube, marcas passaram a produzir conteúdos relacionados aos seus produtos para gerar entretenimento aos seus públicos.

Isso garante um contato inicial positivo com a marca, pois a procura parte, na maioria dos casos, dos próprios clientes. Além de possibilitar um momento lúdico, tal qual fazem os programas de TV, enquanto garante alta exposição a marcas/produtos.

Essa estratégia ficou conhecida como Marketing de Conteúdo e é atualmente muito usada por negócios dos mais diversos tamanhos e segmentos.

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